
Afastado pela diretoria do São Paulo desde julho, o zagueiro Lúcio, capitão da Seleção entre 2006 e 2010, concedeu uma entrevista exclusiva com o Esporte Espetacular, que será exibida no próximo domingo, dia 15 de dezembro. O repórter Régis Rösing, o cinegrafista Marcos Silva e a produtora Anelise Infante foram até a casa do jogador, em São Paulo, para saber o como ele está se sentindo neste período conturbado de sua carreira, marcado por expulsões e afastamento. Em casa, um museu particular com medalhas, troféus e camisas, mostra o amor e a dedicação de anos ao futebol. Seis meses sem treinar com o elenco, ele diz como se sentiu.
- Eu me sentia humilhado. Pensava: "Meu Deus, o que eu fiz de errado para merecer isso?" - disse.
Lúcio contou que me mantém contato com alguns amigos, como Ganso e Luis Fabiano. Segundo a direção do Tricolor, o jogador cometeu um ato de indisciplina e acabou barrado. Antes, ele já havia tido problemas com Ney Franco em virtude de uma substituição na derrota para o Arsenal, na Argentina, pela fase de grupos da Libertadores.
Desde então, o pentacampeão vinha treinando em horários alternativos: se as atividades do grupo estivessem marcadas para a parte da tarde, ele teria de se apresentar pela manhã, por exemplo.
O presidente são-paulino Juvenal Juvêncio quer colocá-lo no mercado para ficar livre dos altos salários. O zagueiro pentacampeão chegou ao clube paulista sem custos de rescisão de contrato. O problema é que o custo mensal do jogador é considerado muito alto pela diretoria tricolor: R$ 500 mil. Desse montante, o clube paga R$ 300 mil, e um patrocinador arca com o restante, R$ 200 mil.
- Vou ver se empresto ou vendo o Lúcio - afirmou Juvenal em recente entrevista no CT do São Paulo.
Quer saber mais? Não perca, é domingo.


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